Kabu Verdi, nhamor
Tudo começou com Cesária Évora. A voz dela chegou primeiro, como chegam certas brisas marítimas: sem pedir licença. Depois vieram Assol Garcia, Bau, Humbertonia, Teófilo Chantre, Tito Paris e uma infinidade de músicos que transformam saudade em melodia e fazem o Atlântico parecer um instrumento de cordas. Sempre achei difícil explicar a sonoridade cabo-verdiana. É como se o samba tivesse