José Luiz Finhana

Crônicas publicadas no projeto.

P O E T I C R Ô N I C A

1958/1962 Eu vi, bailando nos gramados, Mané, alegria do povo. De pernas de improvável balé, a encantar, sublime, nos estádios; ah, se eu pudesse, um dia, ver de novo essa magia dos teus pés, Mané! 1970 Juro que vi aquela bola entrando: Tostão pro Rei, que num raro momento despreza a bola, e “mata” o goleiro; direto ia, no gol

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SONHOS

Josefa (Zefinha para os da família) foi a caçula dos seis irmãos, todos homens. Nasceu em plena caatinga cearense, no dia do padroeiro São José, 19/03, e em sua homenagem o pai lhe deu o nome. Enquanto a mãe se contorcia nas dores do parto, amparada por Mainha Dita, o pai olhava o céu, esperançoso pela chuva, rezando pelo milagre

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Todo poder às mulheres!

Que Deus é brasileiro, todo mundo sabe. E deve ser mineiro, com certidão de nascimento lavrada e passada em algum cartório de uma cidadezinha escondida entre as montanhas das Minas Gerais. Digo isso pela divina matreirice do Pai Eterno em dissimular e esconder sua preferência futebolística nacional. Alguém seria capaz de me mostrar em qual capítulo ou versículo das Sagradas

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