Crônica

Khaby Lame e a salada de ideias que me assolam pré Copa

Como muitos sabem, Khaby Lame é o nome daquele jovem senegalês que se tornou um fenômeno do Tik Tok e da internet sem dizer uma palavra sequer! Fenômeno e milionário, diga-se de passagem! Por isso hoje ele é o motivo de minha inveja (inveja do bem…calma lá!), pois para causar uma ínfima parte da comoção que ele causa eu tenho que gastar todo o meu parco repertório lexical e mais,

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A nossa melhor torcida do mundo.

Tem o chute dado de bico e tem a cavadinha; tem o chute de calcanhar, de bicicleta, e tem o chute de letra. Tem aquele que vai alto, aquele que corre rasteiro e se a gente observar bem, tem o chute meio por acaso, meio sem querer, aquele chute feito de raspão, a bola na linha do gol. O futebol tem o chute e para cada chute do futebol existe

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COPAS DOS AMORES E DAS DORES

Corria o ano de 1978. Numa tarde fria de junho, quando o Brasil estreava na Copa do Mundo contra a Suécia, com um resultado pífio de um a um, com um belo gol de Reinaldo por cobertura, apesar do “pasto” encharcado, conheceram-se num bar colorido de verde-amarelo da Savassi, ouvindo “Baby”, na voz de cristal da Gal. Adoravam futebol e, apesar do desastre da estreia do Brasil e a frustração,

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VAI COMEÇAR A COPA, A KOPA OU A QOPA?

Minha primeira dúvida nessa Copa foi: como se escreve o nome do país-sede? É com C, com K ou com Q? Imitando a FIFA, fiz um sorteio. Escrevi cada letra numa página e deixei o Feola escolher. Ele botou a pata no papel com a letra Q. Então está decidido: É Qatar. Ah, Feola é o meu cachorro, que é vira-lata e complexado. Seu antigo dono, Nelson Rodrigues, tricolor como

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Cotados e catados para o Catar

Como torcedor predestinado do Corinthians — nasci no mesmo dia da fundação do time —, acompanho preferencialmente os jogos do timão, se passam na TV aberta. Em tempo de Copa do Mundo, meu interesse é menor, ainda mais agora, quando a camisa amarela da CBF foi aviltada e enxovalhada por turbas que fizeram micareta pelas avenidas do país para derrubar uma governante eleita com 54,5 milhões de votos. Além disso,

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P O E T I C R Ô N I C A

1958/1962 Eu vi, bailando nos gramados, Mané, alegria do povo. De pernas de improvável balé, a encantar, sublime, nos estádios; ah, se eu pudesse, um dia, ver de novo essa magia dos teus pés, Mané! 1970 Juro que vi aquela bola entrando: Tostão pro Rei, que num raro momento despreza a bola, e “mata” o goleiro; direto ia, no gol penetrando; quis o destino, num arrependimento, salvar a honra do

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Quando seu time perde

Quando seu time perde você fica louco, querendo subir pelas paredes. Procura no Google o número da CIA, da Interpool, daquele seu vizinho que bate o cabo de vassoura no seu piso que é no andar de cima, só para pedir desculpa por aquele trote em 2008, da final do New York Knicks, afinal, a mãe dele é gente boa. A esperança morre, um cometa passa, aquela cartela da MegaSenna

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Injustiça na convocação

Ajeitei o sofá, estourei um balde de pipoca e fiquei em frente a TV desde manhãzinha, só esperando a hora. A expectativa era grande. Ouvi em vários comentários que seria incoerente convocar um jogador com mais de 39 anos, que jogou poucas partidas esse ano, só por causa do histórico, mas mesmo assim continuei torcendo. Às 13 horas eu já estava varado de fome e de ansiedade e eis que

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O MOSTACHON DE FRESA FICA PARA OUTRO DIA.

Menos de duas semanas para a bola começar a rolar nos campos do Qatar e eu aqui, disfarçando, fingindo desinteresse. Também, com tantas possibilidades à mão por que o Tite iria me convocar? Logo a mim, que já estou meio inativo, talvez fora de forma. Sem falar na idade, já avançada demais para um lateral direito. Estou aqui, olhos grudados na televisão, mas sem alimentar desejos, esperanças, expectativas. Apenas estou

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O Capitão sobe aos céus

– Ué. Que lugar é esse? – Não me diga que não sabe. – Hein?! Que susto! Quem é você? – Você pergunta isso desde o dia 21 de junho de 1970. – D-desculpa, não me lembro. – Claro que sim. Há meio século você se pergunta, afinal, quem levantou aquela bola. – A bola? – Aquela, com 12 gomos pentagonais e 20 hexagonais, pretos e brancos, que Pelé rolou

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