O ÚLTIMO TANGO DE MESSI EM NEW YORK

Bertolucci chegou até Messi, pouco antes do jogo da final da Copa do Mundo, e explicou: olha, quando dirigi Marlon Brando, o papel dele foi interpretar Paul, vocês, argentinos, tem o De Paul. Pois bem, o Marlon (que emprestou seu nome para porrada de jogadores de times brasileiros) é um viúvo que está carente e vai encontrar uma jovem, no caso, o jovem é Yamal, a quem você já deu banho. Só que, em vez de haver aí um incabível tórrido ou torres romance, vocês irão fazer um jogo com certa tensão, mas que vá para a prorrogação e, no pênalti, você irá definir, pagando a pena de ter errado tantos pênaltis em sua vida. Será sua despedida das Copas.
Porém, bruscamente, o roteiro foi alterado. O técnico Scaloni, sempre chamada Paredes para dar instruções. Como todo mundo sabe, as paredes têm ouvidos. E, por falar em ouvido, não sei se ouvir direito, mas parece que o técnico espanhol escalou um japonês chamado Tikataka, que não deixava a Argentina ver a cor da bola. Aliás, o único argentino a ver a cor da bola era o goleiro Dibu, pois o tanto que ele ficou com ela na mão, dava para ver todos matizes da redondinha. Ele também poderia ser chamado de Tchibum, pois a cada chute da Espanha, lá ia ele, tchibum, pulava e pegava.
Como esta é a última crônica das Copas, não vou pedir desculpas pelos trocadilhos infames, nem deixar de postar mais um: ano que vem, na Copa feminina, se houver Marta e outras veteranas, em vez de pausa de hidratação, haverá menopausa de hidratação.
Também não peço desculpas de ter errado o placar de Brasil 1 x 2 Noruega, cravei 0x2 e não vou corrigir, pois aquele golzinho fuleiro não serve de base, O pessoal da ponta direita até enxergou um um 2×2, para cravar 22. Eu, heim? Sou mais um gol de vitória aos 13 de qualquer termpo, mesmo quando houver prorrogação. Ou pô, rogação…

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