Joca

Crônicas publicadas no projeto.

O BORRA BOTAS DESLUMBRADO

O Colonialismo é uma praga. Não basta a dominação de um país sobre outro. Tudo o que signifique manifestar superioridade de um grupo sobre outro são formas de colonialismos e nem se dão ao trabalho de disfarçar. Xenofobia, racismo, imperialismo, são formas de colonialismo. E ainda tem a indisfarçável colonização interna, submissão passiva e voluntária. O agora ex técnico da

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POLICARPO QUARESMA PARA TÉCNICO DO BRASIL

O Brasil não se qualificou para as rodadas finais da Copa do Deserto e o pior de tudo é que não temos um culpado direto. A coisa ficou tão feia que nem um pobre judas nos restou para malhar… Podemos cobrar essa ou aquela atitude de um jogador ou outro, um equivoco ou mais nas convocações, mas nada determinante… Não

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O AVÊSSO DO COMPLEXO DE VIRALATAS

Dizem que a história nunca se repete, exceto como farsa. Diante da máquina de escrever, pretendia escrever sobre a volta do complexo de vira-latas que assolava o futebol brasileiro antes da Copa de 1958, quando ganhamos a primeira Copa do Mundo. Éramos conhecidos como os mais vistosos futebolistas do mundo, os mais técnicos, que esbanjavam categoria, mas nunca ganhava nada.

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FLASHES NO DESERTO

Se criticamos ferozmente os erros da Seleção Brasileira e do técnico, significa que nós, brasileiros, somos mal acostumados. Desde sempre. Somos mal acostumados porque não somos obrigados a torcer pela seleção espanhola. No jogo contra Marrocos, foi de ficar espantado com tanta ruindade. Sofrível a equipe que um dia foi chamada “Armada Espanhola”. Dificil acreditar que a Espanha de Casillas,

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TUDO BEM NAS OITAVAS

A primeira Copa que acompanhei, aos 11 anos, foi a Copa 70. Morava na zona rural de uma distante cidade do interior paulista, Junqueirópolis. O futebol naqueles idos ocupava a maior parte de nossa imaginação e da vida cotidiana. Hoje em dia recordo quase com ares de incredulidade, o quanto o futebol fazia parte de nossas vidas. Acompanhamos pelo rádio

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A HORA É DA ONÇA PINTADA OU DO TIGRE?

Acabou a primeira fase e as cenas dramáticas e de alegria festivas se multiplicam. Ao apito final de cada jogo decisivo, é como se o mundo inteiro escorresse por entre os dedos, como se a sorte tivesse sido decidida numa roleta russa: anos de preparação, tudo se torna irreversível com a classificação ou desclassificação. Surpresas? Muitas! A recuperação da Argentina

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OVERDOSE SADIA

Época de Copa do Mundo é tempo de empaturrar-se de futebol. Quem pode, mergulha na orgia desmedida, entrega-se à gulodice luxuriante, mete o pé na jaca. São futebóis, pátrias de chuteiras, apoteoses múltiplas por mais evidentes que sejam as distorções e interesses escusos que normalmente solapam as relações. No momento em que escrevo essas linhas, metade das Oitavas de Final

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ANARQUISTAS EM CAMPO

Em 28-11-2022 o Brasil se classificou antecipadamente para as oitavas de final da Copa do Deserto. Teve seus méritos, evidentes, especialmente por estar sem sua estrala maior, o Neymar. Mas, convenhamos, o jogo contra os pernaduras suíços pouco ou nada tem de empolgante. Devemos brindar com chocolate suíço e se tiver amigo suíço, vale um pouco de gozação – mas

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A SUBVERSÃO EM CAMPO

A Copa de 1970 ficou marcada na História como a que apresentou ao mundo a melhor seleção de todos os tempos. Um desfile formidável de craques geniais, tão acima da média que se deu ao luxo de ter no time titular 5 meias, típicos camisas 10: Gerson, Rivelino, Jairzinho, Tostão e Pelé. O cabeça-de-área marcador e protetor da zaga, era

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UMA COPA DA LEITURA!

Das palavras mais emblemáticas que ouço desde uns tempos para cá, “leitura de jogo” deve ser das mais enigmáticas e não só por dar ao autor da frase um ar respeitável, pois, fornece ao mesmo uma certa aura de critérios científicos. São muitos os cronistas, comentaristas, jornalistas e filósofos do futebol que vaticinam definições e o ouvinte ou leitor ou

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