carta de intenções

não gosto muito de copa. copa não tem corinthians. logo, não gosto. não tenho outro time. nem na várzea. confesso que não sou desses torcedores que, quando o time vai mal é bem coincidente, dizem assistir todos campeonatos do mundo com a desculpa que gostam mesmo de ver o bom futebol. pois brado, futebol é pros fracos, eu gosto mesmo é do corinthians. sou corinthianista, confesso. se tem futebol de salão na tevê, vôlei, basquete ou pingpong, sou corinthiano desde criancinha.

 

até diria desde que meu avô era criancinha. até peteca ou futebol de botão: sou timão. se quiser minha simpatia e torcida quando estiver jogando playstation, já sabe que time escolher. me gritarão louco. direi, sou apenas mais um do bando. logo, copa pra mim é uma tediosa interrupção no campeonato brasileiro (e na atual conjuntura com certa sofrência e ansiedade pela volta). um eminente perigo de venda ou lesão quando tem jogador do corinthians convocado. e por aí vai.  me gritarão fanático, e por quê não? religioso. maloqueiro e sofredor, graças a deus. me gritarão desnaturado. dirão que não tenho nação. calúnia. tenho sim. minha nação é preta e branca. alvinegra que diz, né? mas na copa, vez por outra, me meto a gringo. diria quase nunca. os canarinhos têm que jogar pelo menos uma unha do gavião, coisa rara. talvez, nessa copa, torcerei pela seleção de tite, cássio, fágner, paulinho, marquinhos, renato augusto, willian… mas não muito. sendo essa copa russa, admito não simpatizar com aquela arquibancada amarela. vuvuzelada demais. a propósito, na copa do mundo é arquibancada que chama?

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