Toninho Lima

Crônicas publicadas no projeto.

O DIA EM QUE A BOLA PERDEU A COPA DO MUNDO.

Ela estava rolando freneticamente no gramado? Nem vi. Estava fixado naquela figura loura de camiseta xadrez vermelha e branca, ao lado de um homem sisudo e ar de poucos amigos. Estava embasbacado com aquele sorriso, com aquela placitude. A bola bem que se esforçou, traçando exatas rotas aos pés de um gigante Modrić, serpenteando arisca aos pés do jovem Mbappé. Mas eu estava definitivamente sequestrado pelo sorriso maternal daquela mulher.

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O MANTO DOS MANTOS

É a sexta Copa do Mundo daquela camisa amarela assinada pelo rei Pelé. 20 anos de torcida, sempre com a mesma camisa, religiosamente. Perfeitamente natural, mandinga das mais compreensíveis, não tivesse a tal camisa sido mantida intacta desde que recebeu a sagrada assinatura do Rei do Futebol. Em 2000. Intacta, entende? Significa intocada. É usar e guardar, no estado, desde o inesquecível encontro com o ídolo. O que confere à

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Crônicas publicadas no projeto.

O DIA EM QUE A BOLA PERDEU A COPA DO MUNDO.

Ela estava rolando freneticamente no gramado? Nem vi. Estava fixado naquela figura loura de camiseta xadrez vermelha e branca, ao lado de um homem sisudo e ar de poucos amigos. Estava embasbacado com aquele sorriso, com aquela placitude. A bola bem que se esforçou, traçando exatas rotas aos pés de um gigante Modrić, serpenteando arisca aos pés do jovem Mbappé. Mas eu estava definitivamente sequestrado pelo sorriso maternal daquela mulher.

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O MANTO DOS MANTOS

É a sexta Copa do Mundo daquela camisa amarela assinada pelo rei Pelé. 20 anos de torcida, sempre com a mesma camisa, religiosamente. Perfeitamente natural, mandinga das mais compreensíveis, não tivesse a tal camisa sido mantida intacta desde que recebeu a sagrada assinatura do Rei do Futebol. Em 2000. Intacta, entende? Significa intocada. É usar e guardar, no estado, desde o inesquecível encontro com o ídolo. O que confere à

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