Rose Ferraz

Crônicas publicadas no projeto.

A minha última crônica foi M. le Président Macron que escreveu

Portas e corações do Élysée abertos aos campeões e ao público, com transmissão ao vivo. Foi mesmo a Copa das Emoções. Uma comemoração impecável. Merci, les Champions! Les champions du monde à l'Élysée. LIVE | Merci à nos champions ! Publicado por Élysée – Présidence de la République française em Segunda, 16 de julho de 2018

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A dor que deveras sente.

“O poeta é um fingidor Finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente.” Fernando Pessoa É, poeta. As câmeras flagram e elas estão todas lá: as expressões de quem sente. E eu adoro isso: essas caras de gente vibrando, chorando, se encantando, sendo gente. No campo, na torcida, por trás dos celulares, diante da TV. Há os que clamam, os que reclamam, os

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Allez para casa, los Verdes!

Aprendi a gritar “Allez, les Verts” antes mesmo do “Allez, les Bleus” que nos tiraria da Copa vinte e dois anos depois. Era minha primeira viagem à França e o Saint-Étienne disputava a Coupe d’Europe. Com a camiseta do Dominique Rocheteau (presente do namorado francês), torci muito pelos Stéphanois, mas quem levou a taça foi o Bayern de Munique, com um gol do Roth, depois da cobrança de uma falta

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Figurinha rara

Escalada como quarta mãe – depois da Mamãe, da Babá e da Vovó – eu sempre aguardava no banco a hora de entrar em campo. Naquela tarde, fora convocada para buscar a “filhinha” na escola. Dez minutos me aquecendo na porta e nada! A coordenadora de entradas e saídas já tinha anunciado seu nome pelo microfone umas sete vezes e… 7 para a Alice, 0 para a bandeirinha. Nenhum sinal

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Meu hino da Copa

Entre os roteiros que escrevi em tempos de Copa, este não foi produzido. Eu queria perfilar crianças vestidas com a camisa da Seleção, cantando: – “Basil, meu Basil basilelo, meu mulato inzonêlo, vô cantati nos meus véssos… O Basil, samba qui dá, bamboleio qui faz gingá, o Basil do meu amô, tela di Nosso Sinhô… Basil! Basil! Pá mim! Pá mim!… E, no fim, um garotinho diria, após a locução

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Seleção raiz.

Minha primeira seleção foi formada num time de botões. Meu irmão torcia para o Santos e o time dele era todo certinho. O meu, não. Tinha botão de tampa de relógio, botão de osso, botão de acrílico, botão de casca de coco, botão de madrepérola (meu favorito), botão disputado das caixas de costura da minha mãe. O importante é que fossem bem lixados, deslizassem com classe na imensa tábua-campo – mandada

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Crônicas publicadas no projeto.

A minha última crônica foi M. le Président Macron que escreveu

Portas e corações do Élysée abertos aos campeões e ao público, com transmissão ao vivo. Foi mesmo a Copa das Emoções. Uma comemoração impecável. Merci, les Champions! Les champions du monde à l'Élysée. LIVE | Merci à nos champions ! Publicado por Élysée – Présidence de la République française em Segunda, 16 de julho de 2018

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A dor que deveras sente.

“O poeta é um fingidor Finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente.” Fernando Pessoa É, poeta. As câmeras flagram e elas estão todas lá: as expressões de quem sente. E eu adoro isso: essas caras de gente vibrando, chorando, se encantando, sendo gente. No campo, na torcida, por trás dos celulares, diante da TV. Há os que clamam, os que reclamam, os

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Allez para casa, los Verdes!

Aprendi a gritar “Allez, les Verts” antes mesmo do “Allez, les Bleus” que nos tiraria da Copa vinte e dois anos depois. Era minha primeira viagem à França e o Saint-Étienne disputava a Coupe d’Europe. Com a camiseta do Dominique Rocheteau (presente do namorado francês), torci muito pelos Stéphanois, mas quem levou a taça foi o Bayern de Munique, com um gol do Roth, depois da cobrança de uma falta

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Figurinha rara

Escalada como quarta mãe – depois da Mamãe, da Babá e da Vovó – eu sempre aguardava no banco a hora de entrar em campo. Naquela tarde, fora convocada para buscar a “filhinha” na escola. Dez minutos me aquecendo na porta e nada! A coordenadora de entradas e saídas já tinha anunciado seu nome pelo microfone umas sete vezes e… 7 para a Alice, 0 para a bandeirinha. Nenhum sinal

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Meu hino da Copa

Entre os roteiros que escrevi em tempos de Copa, este não foi produzido. Eu queria perfilar crianças vestidas com a camisa da Seleção, cantando: – “Basil, meu Basil basilelo, meu mulato inzonêlo, vô cantati nos meus véssos… O Basil, samba qui dá, bamboleio qui faz gingá, o Basil do meu amô, tela di Nosso Sinhô… Basil! Basil! Pá mim! Pá mim!… E, no fim, um garotinho diria, após a locução

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Seleção raiz.

Minha primeira seleção foi formada num time de botões. Meu irmão torcia para o Santos e o time dele era todo certinho. O meu, não. Tinha botão de tampa de relógio, botão de osso, botão de acrílico, botão de casca de coco, botão de madrepérola (meu favorito), botão disputado das caixas de costura da minha mãe. O importante é que fossem bem lixados, deslizassem com classe na imensa tábua-campo – mandada

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