Márcio Nogueira

Crônicas publicadas no projeto.

Cai, México

Vamos combinar. Cai, cai mesmo é o México. Os caras nem entraram em campo e já sabiam que iam cair. Desavisada, a torcida mexicana começou a gritar “olé”, aos 6 minutos de jogo. Como? Olé? Aí o tempo foi passando e los cucarachos caíram na real. Pediram mais uma tequila, um taco, um chili, e perceberam que a coisa não ia ser guacamole assim. E perceberam que pimenta no deles

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Depois de Pelé, Coutinho

Nós, brasileiros, sempre fomos metidos a besta quando se trata de copa do mundo. Também, fomos muito mal acostumados com Pelé, Garrincha, Didi, Tostão, Gerson, Rivelino, Romário, Ronaldo e tantos outros foras-de-série. Bom, melhor tirar Pelé desta lista, afinal ele não é fora-de-série, ele é fora-deste-mundo. Aí, chegamos em 2018 e temos que colocar um novo nome nesta lista. Um nome que Pelé com certeza vai referendar: Coutinho. Philippe Coutinho.

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Costa rica brasileira

Mais de 8 mil quilômetros de costa, riquíssima em praias e belezas naturais. Mais de 200 milhões de costas, de joelhos, de olhos fechados, de olhos bem abertos, de lágrimas brotando, de gritos engasgados, de um grito solto aos 46 do segundo tempo e outro aos 52. Vai ser sufoco, Brasil. Vai ser dureza, Brasil. Vai, Brasil!!! Vai ser assim sempre. Pode cair Neymar, pode cair até o Tite. Mas

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Cidadão Kane

Cidadão Kane, filme de Orson Welles de 1941, é considerado uma das obras-primas do cinema mundial. Gol do Kane, obra coletiva da seleção da Inglaterra aos 46 do segundo tempo, é a prova de que quando o melhor joga sério não perde pontos no campeonato mundial. Comparando o jogo dos ingleses com o de ontem, estrelado por nossos “gênios”, “craques” e demais “parças”, fica uma certeza: vamos precisar de mais

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Gajos, eu vi

Meninos, eu vi. Gonçalves Dias começa assim a sua Canção no exílio. Gajos, eu vi. Digo eu vendo o time de Portugal contra a poderosa esquadra espanhola. Gajos, eu vi um craque, tão diferenciado dos outros gajos, que também foi obrigado a criar sua canção no exílio. Ou melhor, 3 sonoras canções: uma de pênalti, uma de frango e outra de falta. Porque assim fazem os virtuosos: jogam por música,

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Uma Copa de arrancar os cabelos.

A primeira Copa de que me recordo é a de 66. Lá na Ingla, terra dos Beatles, como alguém um dia me disse. Eu havia pegado a estrada (bem que podia ser a Route 66) para passar as férias na fazenda dos meus tios, em Flora Rica. Cidadezinha desaparecida no mapa de São Paulo naquela época e que continua assim até hoje. Garoto da capital, fã dos garotos de Liverpool,

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Crônicas publicadas no projeto.

Cai, México

Vamos combinar. Cai, cai mesmo é o México. Os caras nem entraram em campo e já sabiam que iam cair. Desavisada, a torcida mexicana começou a gritar “olé”, aos 6 minutos de jogo. Como? Olé? Aí o tempo foi passando e los cucarachos caíram na real. Pediram mais uma tequila, um taco, um chili, e perceberam que a coisa não ia ser guacamole assim. E perceberam que pimenta no deles

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Depois de Pelé, Coutinho

Nós, brasileiros, sempre fomos metidos a besta quando se trata de copa do mundo. Também, fomos muito mal acostumados com Pelé, Garrincha, Didi, Tostão, Gerson, Rivelino, Romário, Ronaldo e tantos outros foras-de-série. Bom, melhor tirar Pelé desta lista, afinal ele não é fora-de-série, ele é fora-deste-mundo. Aí, chegamos em 2018 e temos que colocar um novo nome nesta lista. Um nome que Pelé com certeza vai referendar: Coutinho. Philippe Coutinho.

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Costa rica brasileira

Mais de 8 mil quilômetros de costa, riquíssima em praias e belezas naturais. Mais de 200 milhões de costas, de joelhos, de olhos fechados, de olhos bem abertos, de lágrimas brotando, de gritos engasgados, de um grito solto aos 46 do segundo tempo e outro aos 52. Vai ser sufoco, Brasil. Vai ser dureza, Brasil. Vai, Brasil!!! Vai ser assim sempre. Pode cair Neymar, pode cair até o Tite. Mas

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Cidadão Kane

Cidadão Kane, filme de Orson Welles de 1941, é considerado uma das obras-primas do cinema mundial. Gol do Kane, obra coletiva da seleção da Inglaterra aos 46 do segundo tempo, é a prova de que quando o melhor joga sério não perde pontos no campeonato mundial. Comparando o jogo dos ingleses com o de ontem, estrelado por nossos “gênios”, “craques” e demais “parças”, fica uma certeza: vamos precisar de mais

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Gajos, eu vi

Meninos, eu vi. Gonçalves Dias começa assim a sua Canção no exílio. Gajos, eu vi. Digo eu vendo o time de Portugal contra a poderosa esquadra espanhola. Gajos, eu vi um craque, tão diferenciado dos outros gajos, que também foi obrigado a criar sua canção no exílio. Ou melhor, 3 sonoras canções: uma de pênalti, uma de frango e outra de falta. Porque assim fazem os virtuosos: jogam por música,

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Uma Copa de arrancar os cabelos.

A primeira Copa de que me recordo é a de 66. Lá na Ingla, terra dos Beatles, como alguém um dia me disse. Eu havia pegado a estrada (bem que podia ser a Route 66) para passar as férias na fazenda dos meus tios, em Flora Rica. Cidadezinha desaparecida no mapa de São Paulo naquela época e que continua assim até hoje. Garoto da capital, fã dos garotos de Liverpool,

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