Esther Alcântara

Crônicas publicadas no projeto.

O Sul é meu Norte

Das tristezas que eu trago da vida, uma foi a derrota da Colômbia, que perdeu para o time inglês e o juiz americano. Sofrendo eu mentalizava a fala do artista uruguaio Torres Garcia “o Sul é meu Norte!” e tentava inutilmente inverter o mapa e o relógio, pra que quem sabe o juiz revisse a jogada. Mas não tinha jeito, tinha vídeo, e ele não via porque ninguém queria, fora

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Copa a copa

Seu olhar atravessa a vidraça e aterriza na copa de uma árvore do pátio. Seus ouvidos atravessam minha voz de professora e atentam para a Copa acontecendo nos pés de um ou outro jogador, que atenta quase que exclusivamente para a bola, sem dar atenção à voz do juiz. Não importa tanto o jogador ou a cor de sua camisa. Se ele coloca a redondinha pra girar, o Brasil para

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Brésil, o bar do futebol

“Irregular! Irregular! Pequena área é do goleiro, meu! Se fosse o Cássio dava na cara, mas o Belo… Bela merda!” “Mas pelo menos não foi frango, foi falha! Se fosse o Cássio frangava!”, diz a palmeirista. Nem é voley, mas o curintia corta, gentil: “Deixa eu dá uma olhada no churrasquinho!” Aqui é ZL, mas hoje é tudo junto e torcido, torcida! “Vai, Brasil!” “Futebol é isso!” – bate o

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3 x 3 x 2

O jogo estava pra começar. Era nosso primeiro jogo da Copa de 2018 e, para essa estreia, estava de bom tamanho um Espanha x Portugal, que prometia ser um jogaço. Frio fazia, e a gente jazia no sofá entre cobertores e pipocas, esperando os hinos, esperando o apito, entrando no clima. De repente a bola rolou. Sem apito, sem hino, sem as emoções iniciais. Os dois times em campo, ensandecidos

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Crônicas publicadas no projeto.

O Sul é meu Norte

Das tristezas que eu trago da vida, uma foi a derrota da Colômbia, que perdeu para o time inglês e o juiz americano. Sofrendo eu mentalizava a fala do artista uruguaio Torres Garcia “o Sul é meu Norte!” e tentava inutilmente inverter o mapa e o relógio, pra que quem sabe o juiz revisse a jogada. Mas não tinha jeito, tinha vídeo, e ele não via porque ninguém queria, fora

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Copa a copa

Seu olhar atravessa a vidraça e aterriza na copa de uma árvore do pátio. Seus ouvidos atravessam minha voz de professora e atentam para a Copa acontecendo nos pés de um ou outro jogador, que atenta quase que exclusivamente para a bola, sem dar atenção à voz do juiz. Não importa tanto o jogador ou a cor de sua camisa. Se ele coloca a redondinha pra girar, o Brasil para

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Brésil, o bar do futebol

“Irregular! Irregular! Pequena área é do goleiro, meu! Se fosse o Cássio dava na cara, mas o Belo… Bela merda!” “Mas pelo menos não foi frango, foi falha! Se fosse o Cássio frangava!”, diz a palmeirista. Nem é voley, mas o curintia corta, gentil: “Deixa eu dá uma olhada no churrasquinho!” Aqui é ZL, mas hoje é tudo junto e torcido, torcida! “Vai, Brasil!” “Futebol é isso!” – bate o

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3 x 3 x 2

O jogo estava pra começar. Era nosso primeiro jogo da Copa de 2018 e, para essa estreia, estava de bom tamanho um Espanha x Portugal, que prometia ser um jogaço. Frio fazia, e a gente jazia no sofá entre cobertores e pipocas, esperando os hinos, esperando o apito, entrando no clima. De repente a bola rolou. Sem apito, sem hino, sem as emoções iniciais. Os dois times em campo, ensandecidos

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