Clara Arreguy

Crônicas publicadas no projeto.

Se correr o bicho pega…

Se ficar o bicho come… Assim, realisticamente, temos que entender esse jogo contra a Austrália. Porque o torcedor de última hora pode achar que o Brasil é favorito, o melhor do mundo, país do futebol ou outro chavão do gênero, mas isso já não se dá mais no masculino, pentacampeão mundial, muito menos no feminino, em que nunca vencemos – nem Copa do Mundo nem Jogos Olímpicos. Sim, somos grandes,

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Nosso lugar ao sol

A WWC estreou comigo envolvida na Feira do Livro de Brasília e tomada por compromissos. No entanto, o desafio da Fernanda de Aragão para que voltasse a publicar as Crônicas da Copa também no certame feminino me pegou pelo orgulho feminista e não pude resistir. Consegui assistir ao jogo de estreia das francesas (já comentada em outra crônica), à vitória das norueguesas sobre as nigerianas, ao duelo das nossas próximas

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De fins e recomeços

Encerrei minha participação entre os cronistas da Copa do Mundo de Futebol 2018 neste projeto hoje retomado com a citação de uma música (Era só começo o nosso fim), ansiando pela edição seguinte daquele certame, no Catar 2022, sem ter ideia de que um ano depois estaríamos todos de volta, e com motivação inimaginável até então. É que nunca, até hoje, a Copa do Mundo de Futebol Feminino (Fifa WWC)

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Era só começo o nosso fim

Pego emprestado de uma linda canção do mineiro Yuri Popoff o título desta crônica para lembrar que nada terminou hoje com o bicampeonato da França. Ao contrário, começa agora a contagem regressiva para Catar 2022, um desafio que já faz arrepiar a espinha de quem ama essa deliciosa arte chamada futebol. Vitória merecida de uma França multirracial e multiétnica, de um mundo globalizado em que não deveria haver mais espaço

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Redondamente enganada

Meu leitorado sabe que pelo menos coerente eu sou. Ontem a maioria dos comentários à minha crônica discordava do meu ponto de vista, pois, ao contrário de mim, as pessoas haviam gostado do jogo entre França e Bélgica. Hoje, para meu gosto, assisti a uma partidaça entre Inglaterra e Croácia, o oposto de tudo que havia acontecido na primeira semifinal. Contrariando também meus receios e prognósticos, os ingleses não fizeram

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Parecia o Corinthians

Um amigo meu viu de dentro do campo e ficou emocionado, achando França x Bélgica um jogaço. Eu, daqui da geral, senti foi tédio. Me vi diante de uma daquelas partidas do Corinthians em 2017, quando o time de Carille ficava quietinho, dando a posse de bola pro adversário, fazia 1 x 0 num escanteio, voltava lá pra trás, e assim saiu campeão. A França tinha mais futebol que isso,

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Futebol derrota pé frio

Ávida de ideias, a cronista respira aliviada quando Vida marca e parece encaminhar a classificação da Croácia. Mas não há trocadilho que segure a garra e a energia dos donos da casa antes do apito final, e o fato de ser Mário – que Mário? o brasileiro! – a converter o tento salvador facilita ainda mais a vida da cronista até então sem inspiração. Porque antes de tudo veio a

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Pra não dizer que não culpei ninguém

Dava pra ganhar? Dava. Dava pra perder? Também dava. Mas pode-se culpar algum fator extracampo, a arbitragem, forças ocultas? Não, não se pode. Perdemos dentro das quatro linhas, durante o tempo regulamentar. O que faltou, de fato, foi futebol para reverter um resultado reversível. Mas não havia um belo futebol a encantar a torcida e sugerir até a possibilidade do hexa? Havia. Antes da Copa. Depois do apito inicial, ninguém

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Teoria da conspiração

O bom de ser autônoma é poder assistir à Copa do Mundo sempre que quero, dona do meu tempo e sem patrão pra mandar em mim. O ruim de ser autônoma é ter que ganhar o pão com o próprio suor, o que me obriga a não ver os jogos sempre que quero, a sair pra ganhar o dia e perder o melhor da festa. Assim foi ontem com o

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Pão pão, queijo queijo

O bom do mata-mata é que cessa o cai-cai, não tem mais aquele agarra-agarra dentro da área, é a hora do pão pão, queijo queijo, e e já já você vê quem veio a passeio e quem veio pra ficar. Dá pra ver que o jogo do Brasil me deixou gaga, quase gagá, tatibitate, pois gritei muito e só não aderi ao oba-oba porque não gosto nada nada disso. Mas

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Crônicas publicadas no projeto.

Se correr o bicho pega…

Se ficar o bicho come… Assim, realisticamente, temos que entender esse jogo contra a Austrália. Porque o torcedor de última hora pode achar que o Brasil é favorito, o melhor do mundo, país do futebol ou outro chavão do gênero, mas isso já não se dá mais no masculino, pentacampeão mundial, muito menos no feminino, em que nunca vencemos – nem Copa do Mundo nem Jogos Olímpicos. Sim, somos grandes,

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Nosso lugar ao sol

A WWC estreou comigo envolvida na Feira do Livro de Brasília e tomada por compromissos. No entanto, o desafio da Fernanda de Aragão para que voltasse a publicar as Crônicas da Copa também no certame feminino me pegou pelo orgulho feminista e não pude resistir. Consegui assistir ao jogo de estreia das francesas (já comentada em outra crônica), à vitória das norueguesas sobre as nigerianas, ao duelo das nossas próximas

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De fins e recomeços

Encerrei minha participação entre os cronistas da Copa do Mundo de Futebol 2018 neste projeto hoje retomado com a citação de uma música (Era só começo o nosso fim), ansiando pela edição seguinte daquele certame, no Catar 2022, sem ter ideia de que um ano depois estaríamos todos de volta, e com motivação inimaginável até então. É que nunca, até hoje, a Copa do Mundo de Futebol Feminino (Fifa WWC)

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Era só começo o nosso fim

Pego emprestado de uma linda canção do mineiro Yuri Popoff o título desta crônica para lembrar que nada terminou hoje com o bicampeonato da França. Ao contrário, começa agora a contagem regressiva para Catar 2022, um desafio que já faz arrepiar a espinha de quem ama essa deliciosa arte chamada futebol. Vitória merecida de uma França multirracial e multiétnica, de um mundo globalizado em que não deveria haver mais espaço

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Redondamente enganada

Meu leitorado sabe que pelo menos coerente eu sou. Ontem a maioria dos comentários à minha crônica discordava do meu ponto de vista, pois, ao contrário de mim, as pessoas haviam gostado do jogo entre França e Bélgica. Hoje, para meu gosto, assisti a uma partidaça entre Inglaterra e Croácia, o oposto de tudo que havia acontecido na primeira semifinal. Contrariando também meus receios e prognósticos, os ingleses não fizeram

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Parecia o Corinthians

Um amigo meu viu de dentro do campo e ficou emocionado, achando França x Bélgica um jogaço. Eu, daqui da geral, senti foi tédio. Me vi diante de uma daquelas partidas do Corinthians em 2017, quando o time de Carille ficava quietinho, dando a posse de bola pro adversário, fazia 1 x 0 num escanteio, voltava lá pra trás, e assim saiu campeão. A França tinha mais futebol que isso,

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Futebol derrota pé frio

Ávida de ideias, a cronista respira aliviada quando Vida marca e parece encaminhar a classificação da Croácia. Mas não há trocadilho que segure a garra e a energia dos donos da casa antes do apito final, e o fato de ser Mário – que Mário? o brasileiro! – a converter o tento salvador facilita ainda mais a vida da cronista até então sem inspiração. Porque antes de tudo veio a

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Pra não dizer que não culpei ninguém

Dava pra ganhar? Dava. Dava pra perder? Também dava. Mas pode-se culpar algum fator extracampo, a arbitragem, forças ocultas? Não, não se pode. Perdemos dentro das quatro linhas, durante o tempo regulamentar. O que faltou, de fato, foi futebol para reverter um resultado reversível. Mas não havia um belo futebol a encantar a torcida e sugerir até a possibilidade do hexa? Havia. Antes da Copa. Depois do apito inicial, ninguém

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Teoria da conspiração

O bom de ser autônoma é poder assistir à Copa do Mundo sempre que quero, dona do meu tempo e sem patrão pra mandar em mim. O ruim de ser autônoma é ter que ganhar o pão com o próprio suor, o que me obriga a não ver os jogos sempre que quero, a sair pra ganhar o dia e perder o melhor da festa. Assim foi ontem com o

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Pão pão, queijo queijo

O bom do mata-mata é que cessa o cai-cai, não tem mais aquele agarra-agarra dentro da área, é a hora do pão pão, queijo queijo, e e já já você vê quem veio a passeio e quem veio pra ficar. Dá pra ver que o jogo do Brasil me deixou gaga, quase gagá, tatibitate, pois gritei muito e só não aderi ao oba-oba porque não gosto nada nada disso. Mas

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